Nuve

O governo precisa caminhar para uma operação na nuvem como estratégia para reduzir a ociosidade do seu parque computacional, afirma o diretor da Microsoft, Raimundo Nonato. Isso porque, observa, hoje há uma grande capacidade disponível e utilizada apenas em picos de demanda, como é o caso do Serpro, por conta da Receita Federal. Passado o período da entrega das declarações de imposto, o aparato fica subutilizado, onerando os gastos do governo com Tecnologia da Informação e Comunicação.
Trabalhar em ambiente de computação em nuvem, salientou o executivo, reduzirá custos para o governo e, por consequência, o contribuinte poderá ser desonerado nos impostos. Mas, antes de migrar, o governo terá de fazer uma análise prévia – com a classificação das informações autorizadas a circularem na nuvem – para se chegar ao custo da implementação da tecnologia.
Do ponto de vista prático, se de fato vier a adotar a nuvem, o governo terá de exigir das empresas prestadoras desse serviço certificações capazes de assegurar a confiabilidade da guarda das informações. Modelo, aliás, adotado pelo governo dos EUA, que exige oito tipos de certificações para operação em nuvem. Inclusive certificação para o acesso físico aos dados sensíveis armazenados.
 
Fonte: Convergencia digital

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