No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, celebrado na ultima quarta (28), o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou dados, referentes ao ano de 2014, de trabalhadores em situação análoga a de escravo, e, desta vez, Mato Grosso não figura entre os estados campeões em irregularidades. Das 248 ações fiscais promovidas pelo ministério, foram resgatados 1.590 trabalhadores em todo o país, desses, apenas um caso foi registrado em Mato Grosso, durante as sete ações realizadas no Estado.
Em primeiro lugar aparece Minas Gerais com 354 trabalhadores identificados nas 46 ações de fiscalização. Em seguida, está São Paulo com 139 trabalhadores em 21 ações e, logo atrás, Goiás com 141 trabalhadores em 11 ações. Já em relação às atividades nas quais houve o maior número de trabalhadores identificados, a construção civil figura em primeiro lugar com 437 trabalhadores, em seguida aparece a agricultura com 344, a pecuária com 228, a extração vegetal com 201 e as carvoarias com 138 trabalhadores.
Esses números são decorrentes das ações de fiscalização das equipes do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, diretamente vinculadas à Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae) e também da atuação dos auditores fiscais do Trabalho lotados nas Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego em todo país.
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, o governo não pretende se intimidar com a ação dos que promovem o trabalho análogo ao da escravidão e vai continuar atuando, cada vez mais, para coibir essa prática. “Estamos sendo mais eficientes no combate a esta prática. Sem que o combate ocorresse não teríamos esses números para oferecer”, disse












