O coordenador de Vigilância em Saúde do município de Cáceres, Alexssander Marques, confirmou ontem um caso de gripe H1N1 na cidade.
O paciente é um professor de 52 anos, que foi transferido para um hospital de Cuiabá. Ele está internado na Unidade de Terapia Intensiva em estado considerado grave. Contudo, outras duas patologias respiratórias estão sendo investigadas: pneumonia e tuberculose. “O resultado de um exame de H1N1 demora duas semanas”, afirmou o coordenador.
Ele informou ainda que seria este o primeiro caso autócne (quando a pessoa contrai a doença na cidade onde mora) registrado em Cáceres. Mas informou o registro de dois casos importados: um de um menino de 11 anos, residente em Várzea Grande, que ficou internado no Hospital Regional, e outro de uma criança indígena de um ano de idade, que foi de Barra do Bugres para ser tratado em Cáceres, na Unidade de Pediatria do HR. Esta criança morreu há 15 dias.
O indígena tinha um irmão gêmeo, que também contraiu a doença e foi tratado no Hospital Regional de Sinop, e também morreu. Além disso, uma criança de seis anos foi atendida no Pronto Atendimento Médico. Houve a suspeita, que depois foi descartada.
Cáceres cumpriu em 60% a meta da vacinação de H1N1. Mesmo com a campanha sendo prorrogada por duas vezes, o índice alcançado foi baixo. Para as faixas específicas, a campanha acabou no domingo, 15. E deve ser liberada para toda a população, dependendo apenas da autorização do Ministério da Saúde, o que, segundo Alexssander, deve acontecer rapidamente.
A campanha para a população, assim que liberada, terá as doses disponíveis nos Postos de Saúde da Família e no Ambulatório da Criança(Rua 13 de Junho,Centro).
O professor Gilmar Fiorini dá aulas no Colégio Imaculada Conceição (CIC) e em outras escolas. Hoje pela manhã, a direção do CIC informou que não há nenhum caso suspeito de H1N1 na escola












