Delegados e promotores que atuam no Gaeco (Grupo de Apoio e Combate ao Crime Organizado) estão cruzando dados sobre um amplo esquema de superfaturamento na compra de sistemas por parte do Cepromat (Centro de Processamento de Dados de Mato Grosso). A investigação é tão profunda que o procurador geral de Justiça, Paulo Prado, solicitou ao Tribunal de Contas do Estado a cessão de dois auditores para auxiliar nas investigações que tiveram início em agosto do ano passado com base numa denúncia anônima, mas com conteúdo extremamente embasado.
Fonte: FOLHAMAX












