Com cerca de 12 mil pacientes atendidos e mais de 30 mil procedimentos realizados em 2013, o Grupo COI, com 24 anos de atuação no tratamento oncológico, radioterápico e hematológico, tem cerca de 400 funcionários, que lidam diariamente com uma infinidade de dados. Boa parte do tempo desses colaboradores é dedicada exclusivamente a processos de gestão. Para aumentar a produtividade no core business, o remédio foi a terceirização de TI.
Atento a esse diagnóstico, o grupo acaba fechar um contrato com a Microcity para terceirizar a TI. A meta é dar foco aos negócios e aprimorar o atendimento aos pacientes. A cobertura da terceirização abrange todos os setores do grupo, incluindo a adequação de hardwares para a utilização de soluções de Business Intelligence.
Chrystina Barros, diretora Operacional do Grupo COI, explica o trabalho diário envolve o trato de informações sigilosas referentes à saúde dos pacientes. Ela conta que há uma necessidade constante de atender às exigências de órgãos nacionais e internacionais, como a ONA (Organização Nacional de Acreditação) e Accreditation Canada, que comprovam o nível de qualidade e confiabilidade dos serviços prestados pelas instituições médicas.
Segundo Chrystina, com um volume de informações imenso, o Grupo COI precisava de uma gestão de ativos competente e que atendesse suas expectativas e necessidades de negócios. “Não é o nosso core business focar em hardware e terminais de operação. Isso consome muito tempo e recursos da nossa equipe de TI, que é dedicada à estrutura de processos e informação”, diz Chrystina.
A executiva ressalta que, como nenhum computador pode ficar fora de uso e nenhum sistema pode falhar, pois nenhuma informação pode ser perdida, a terceirização é o caminho. “Contar com um parceiro de suporte que seja eficaz nos ajuda a superar o desafio e nos manter na liderança no setor de tratamento oncológico, que depende da nossa capacidade de atender ininterruptamente os pacientes”, explica.
O projeto de outsourcing de parte do parque de hardware com a Microcity prevê a alocação de hardwares adaptados e homologados de acordo com as necessidades da instituição. Esta lista inclui manutenção e troca rápida das máquinas danificadas, suporte a todas as áreas da empresa, validação de licenças de softwares e hardwares corporativos, switchs e links de redes e comunicação integrada. O projeto contempla ainda apoio para o desenvolvimento de soluções internas do próprio COI.












