As redes sem fio representam o elemento mais vulnerável da infraestrutura de TI, revela estudo da Fortinet. No levantamento, 49% dos entrevistados classificaram as redes wireless como sendo o ponto de maior exposição do ponto de vista da segurança, em contraste com apenas 29% que citam a infraestrutura central da rede como ponto principal de preocupação.
A pesquisa revela também que a segurança sem fio deficiente é uma preocupação para a quase todos (92%) os CIOs entrevistados – o que faz sentido, dado que mais de um terço das redes sem fio corporativas para funcionários internos não tem a função de autenticação de segurança básica em vigor. Para fazer o estudo, a Fortinet ouviu mais de 1.490 tomadores de decisões de TI em organizações com mais de 250 trabalhadores espalhadas pelo mundo. Outros destaques da pesquisa incluem:
• Quase metade dos ITDMs (48%) considera a perda de dados corporativos e / ou de clientes sensíveis o maior risco em operar um ambiente wireless desprotegido;
• 72% têm adotado uma abordagem em nuvem para gestão da sua infraestrutura sem fio e 88% confiam na nuvem para a futura implementação wireless;
• 43% dos ITDMs entrevistados fornecem acesso a convidados em suas redes corporativas wireless; 13% destas organizações fazem isso sem nenhum controle de qualquer natureza.
“Os resultados da pesquisa indicam que, apesar do crescimento nas estratégias de mobilidade, a segurança wireless não tem sido uma prioridade para as empresas”, afirma John Maddison, vice-presidente de marketing de produtos da Fortinet. “Como os ataques persistentes avançados estão cada vez mais direcionados a múltiplos pontos de entrada e a nuvem tem se tornado cada vez mais predominante, as organizações não devem se descuidar”, completou.
Para fazer o estudo, a Fortinet ouviu, em maio passado, mais de 1.490 tomadores de decisões de TI em organizações com mais de 250 trabalhadores espalhadas pelo mundo. Foram ouvidos executivos de 12 países: Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, Hong Kong, Espanha, Reino Unido e EUA.
FONTE: CONVERGENCIA DIGITAL












