Durante debate promovido pela OAB de São Paulo sobre o Plano Nacional de Banda Larga e os seus efeitos futuros sobre a Internet Brasileira, a crítica mais contundente ao governo partiu da educadora, Débora Sebriam. Segundo ela, o governo tem se preocupado apenas com a universalização do acesso à Internet, como fez no programa de distribuição de computadores para as escolas públicas.
"Ele (PNBL) bate muito com o que aconteceu na escola. O governo deu computador e a Internet e disse: Virem-se", disparou. Mestre em Engenharia de Mídias para a Educação pela Universidade Técnica de Lisboa, com formação também pela Université de Poitiers, além da Universidad Nacional de Educación a Distancia – de Madri, Débora Sebriam não faz o estilo "professorinha", que durante o governo Lula esteve no Palácio do Planalto agradecendo o governo pela implantação do programa de inclusão digital das escolas públicas.
 
A Educadora foi clara. Os computadores e a Internet chegaram, mas estão sendo usados apenas em algumas iniciativas que envolvem a grade curricular das escolas. "Os alunos não estão criando nada com isso". Segundo ela, não há um programa de educação digital que propicie os alunos a fazerem o bom uso da Internet.
 
Por sua vez, o advogado e Presidente da Comissão de Crimes de Alta Tecnologia da OAB de São Paulo, Coriolano A. Almeida Camargo Santos, defendeu que a educação digital precisa ser ministrada nas escolas e nas universidades. A entiade, segundo ele, tem empreendido esforços nessa direção.

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